Bacelar exalta alianças de Jerônimo e diz que embate com ACM Neto ocorre “só se quiser apelar para o sobrenatural”

O deputado federal Bacelar (PV) realizou uma avaliação sobre o impacto do cenário federal nas eleições deste ano e afirmou que uma possível influência negativa sobre a reeleição de Jerônimo Rodrigues (PT) deve ser minimizada pelo arco de alianças do governador. Em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (23), o parlamentar exaltou a base do gestor petista e disse que comparações com a situação do pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União), ocorrem “só se apelar para o sobrenatural”.

“Temos regiões da Bahia que Jerônimo é mais forte do que Lula. Nós não estamos em campanha, nós estamos governando. Nosso adversário tem um recall maior da população, ele foi protagonista em quatro eleições majoritárias, além do nome que herdou do avô, isso influi muito na Bahia. Mas quando entra a estrutura política…É só se a gente quiser apelar para o sobrenatural. Nós temos dois senadores, temos ampla maioria na bancada federal, ampla maioria na bancada estadual, temos a maioria dos partidos ao nosso lado, temos a esmagadora maioria dos prefeitos e temos ainda o governo federal”, afirmou Bacelar.

Apesar de aparecer atrás na maioria das pesquisas, o deputado avaliou que, quando se entrar no período de campanha, a tendência é que haja um crescimento nas intenções de voto para Jerônimo Rodrigues. O parlamentar do PV também contou que os prefeitos ainda estão focando na gestão de suas respectivas cidades e, até o momento, ainda não se mobilizaram para a reeleição do governador.

“Nenhum prefeito está fazendo campanha nesse momento. Eu estive domingo em São José da Vitória, o prefeito de lá estava preocupado em dar continuidade ao segundo ano de seu mandato, não quer nem saber ainda de falar em eleição. Em agosto, quando essa turma entrar em campo, que levar a nossa proposta. Vamos para o litoral norte, não conheço um que apoie nosso adversário. Vamos para o extremo norte, é todo mundo Jerônimo. Quando começa a campanha, é outra história”, discorreu Bacelar.

Confira a entrevista:

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