DESTAQUES EDUCAÇÃO

Mariza detona gestão de ex-secretários de Dinha e admite que “encontrou escolas abandonadas em Simões Filho”

Desde que assumiu a Secretaria de Educação, há pouco menos de dois meses, a professora Mariza Pimentel vem sendo protagonista de diversas polêmicas em Simões Filho.

Depois do discurso autoritário exigindo que os funcionários curtam e compartilhem as postagens do prefeito Dinha Tolentino nas redes sociais, desta vez, Mariza aproveitou uma reunião com servidores da educação para detonar a gestão dos seus colegas, ex-secretários da pasta que sucederam seu “reinado”.

Segundo Mariza, quando ela assumiu a secretaria, em julho deste ano, as escolas estavam abandonadas, tomadas pelo mato e os professores tinham que se organizar por conta própria para melhorar a estrutura das unidades escolares.

Estava tudo abandonado as escolas, tivemos aí esse período de pandemia, quando ele (Dinha) me chamou, ele disse: Olhe Mariza, eu preciso de você, porque não está funcionando como eu quero. A maioria das escolas os alunos estão em casa, sem estudar“, disse ela.

De acordo com a secretária, de fato ela encontrou somente 3% dos alunos sendo assistidos pela pasta, e que somente depois da sua chegada, cerca de 4 meses após o primeiro decreto municipal de isolamento social, é que a secretaria começou a subsidiar de alguma maneira os docentes e estudantes do município.

Sem perceber que estava sendo filmada por um funcionário (anônimo) Mariza ainda revelou que, precisa dos esforços de todos os servidores da pasta para lutar pela educação, porque “educação deveria ser prioridade”, mas nos diversos setores da gestão “cada um quer puxar a brasa para a sua sardinha”.

A professora ainda revelou que, pouco antes de começar a reunião, ela teve uma “briga” com o responsável pela roçagem das escolas, exigindo que o mesmo entregasse relatório das atividades, ressaltando que, quando assumiu a pasta, “tinha escolas com mato com mais de quatro metros de altura”.

Hoje já temos mais de 70 escolas, todas limpas, porque antes professor tinha que fazer vaquinha e pagar”, justificou ela.

Ao concluir sua fala, a professora fez questão de mencionar o nome do marido, ex secretário de Mobilidade Urbana e pré-candidato a vereador Jackson Bomfim e disse que “quem fala mal dela não quer o bem da educação no município“.

Assista ao vídeo:

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