Força

Desde o dia 9 de março, 5.358 postos de combustíveis de todo o Brasil foram fiscalizados pela força-tarefa nacional formada para coibir os aumentos abusivos de preços de combustíveis após o início da guerra no Oriente Médio.

322 distribuidoras de combustíveis foram objeto das operações que reúnem as Secretarias Nacionais do Consumidor (Senacon) e de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis e Procons estaduais e municipais de todo o Brasil.

Segundo a Agência Gov, asa operações já resultaram em mais de 3,5 mil notificações, que podem levar a multas de até R$ 14 milhões aos agentes que tenham cometido irregularidades.

Em paralelo às ações consumeristas dos Procons e da Senacon, a ANP já emitiu autos de infração contra 85 postos e 19 distribuidoras de combustíveis que estavam descumprindo as regras da agência.

16 distribuidores ainda foram autuadas, após indícios de formação de preço abusivo. Nestes casos, as multas aplicadas podem chegar a até R$ 500 milhões.

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